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domingo, 7 de outubro de 2007

Amor Demais

Eu te amei tanto nesta minha vida;
E você virou as costas, ignorando-me,
E nem disse adeus
Em sua partida.

Parta, vá para bem longe,
Já que não disse adeus
E despreza-me se você encontrar,
Alguém que te ama mais que eu.

A Dor Que Os Olhos Ocultam

Quem me ver tão sorridente,
Não sabe como está meu coração,
Julgam que sou feliz,
Mas os meus olhos ocultam uma paixão.

Sim sou triste, mas não importa,
Este segredo comigo levarei,
Quando meus olhos não mais ocultarem,
Pra eternidade já o levei.

Ocultar um amor é dolorido,
E nos causa maior dor,
Mas prefiro amá-lo e ocultar,
Do que viver sem te dar o meu amor.

A felicidade pra mim, não existe,
O meu coração está ferido,
Mas os meus olhos estão sempre risonhos,
Para o meu amor continuar escondido.

domingo, 30 de setembro de 2007

Para Rô

Rosa perfumada;
Orgulho de seus amigos escritores,
Somente quem lê o que você escreve fica encantado,
Admirado, apaixonado pela sua sensibilidade.
Lindas mensagens você nos envia;
Incentivando a todos a criar, escrever e amar.


Beijos

Silêncio

É noite. As batidas de meu coração interrompem o meu silêncio. Silêncio na alma, no quarto, coração em frangalhos. Ouve-se somente o barulho das ondas do mar, convidando-me para sair do fundo do poço. Meu peito explode. Estou profundamente triste e só. A lembrança e a saudade de alguém se alojam no meu íntimo. Lembranças de meus pais, de alguém que está no meu caminho. Passam-se as horas e eu rolo na cama, com saudade de alguém que não sabe que existo. Silêncio. Vida sem amor. Escuridão na alma, soluços baixinhos incontidos. Amanhece. O canto dos pássaros me chama para um novo dia de desencontras, sofrimentos, angustias... É no silêncio de minha vida, que agradeço a Deus por mais um dia. Um dia de silêncio.

Falso Amor

Um domingo fui à igreja,
A Jesus implorar.
Que o amor me desse,
Quando virei-me encontrei o seu olhar.
Por que o conheci,
Se agora é todo o meu tormento.
Quando nos vimos senti,
Que o amaria a todo o momento.
Encontrei-o muitas vezes,
Você parecia me amar,
Meu amor a você dediquei
E você com outra, vivia ame enganar.
Como foi triste o que senti,
Vendo-o com outro amor.
Segue homem fingido,
Dê a outra o seu falso amor.

Perdão

Perdão, mil vezes já pedi, dos erros que sem pensar cometi.
Perdão, peço ainda hoje, das vezes que te fiz sentir.
Contemplando o seu retrato hoje passo a chorar.
Perguntando a mim mesma: será que você não vai me perdoar?
Em frente à imagem do Senhor,
Horas eu passo a rezar, pedindo a Jesus, com todo fervor
Para você voltar a me amar. Caminhando sem destino
Sigo sempre sem parar,
Se você não mais voltar,
A morte fico a esperar.

Devaneios

É no silêncio da noite, no meu quarto, que me encontro com você. Beijo seus olhos, sua boca, seu corpo nu. Sua pele bronzeada, macia, cheirosa que me deixa louca de tanto prazer. Você me toca com seus lábios, todo o meu corpo ardente. É no silêncio da noite que nós nos amamos, nos entregamos nos delírios do prazer e puro devaneios. Sentimentos não ditos, expressos de corpo e alma. Entrego-me totalmente, sem culpas, receios, sem olhar para traz. Sou tua. Totalmente desprovida de preconceitos. Você é minha cascata, minha cachoeira. Você deságua em mim, suas fantasias, seus delírios. Eu sou teu oceano.